Categoria boa é aquela que o cliente entende
A estrutura de estoque pode ser ótima para operação interna e ruim para navegação pública. No catálogo, use termos conhecidos pelo comprador e evite siglas internas ou divisões que só fazem sentido para a equipe.
Comece com poucos grupos principais
Nutrição animal, saúde animal, sementes, ferramentas, equipamentos, cercamento, jardinagem e acessórios são exemplos de grupos possíveis. A lista exata depende do mix. O ideal é começar amplo o suficiente para orientar e detalhar apenas quando o volume justificar.
Use subcategorias quando reduzirem listas longas
Uma categoria com 300 itens pode exigir subdivisão. Já criar subcategorias com dois produtos cada adiciona cliques sem benefício. O critério é reduzir esforço de busca, não criar a árvore mais sofisticada possível.
Considere sinônimos na busca
No agro, um mesmo item pode ter nomes regionais ou populares diferentes. Mesmo que a categoria tenha um nome oficial, o mecanismo de busca e as descrições podem contemplar termos usados pelos clientes.
Revise a estrutura com a equipe de balcão e vendas
Essas pessoas sabem quais perguntas se repetem. Se o cliente sempre pergunta “onde ficam os produtos para bezerro?”, talvez a estrutura atual não esteja refletindo a forma de compra. Use esse conhecimento para ajustar categorias.
Não reorganize toda semana
Categorias devem ser estáveis. Promoções e campanhas podem mudar com frequência, mas a navegação principal precisa criar familiaridade. Faça ajustes quando houver evidência clara de que a estrutura não está funcionando.
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